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Em A Hospedeira, Meyer conta a história de uma alienígena e uma humana que são apaixonadas pelo mesmo homem, em um mundo onde os inimigos invadem os humanos e não podem ser detectados.

 

Nosso planeta foi dominado por um inimigo que não pode ser detectado. Os humanos se tornaram hospedeiros dos invasores: suas mentes são extraídas, enquanto seus corpos permanecem intactos e prosseguem suas vidas aparentemente sem alteração. A maior parte da humanidade sucumbiu a tal processo. Quando Melanie, um dos humanos “selvagens” que ainda restam, é capturada, ela tem certeza de que será seu fim. Peregrina, a “alma” invasora designada para o corpo de Melanie, foi alertada sobre os desafios de viver dentro de um ser humano: as emoções irresistíveis, o excesso de sensações, a persistência das lembranças e das memórias vívidas. Mas há uma dificuldade que Peregrina não esperava: a antiga ocupante de seu corpo se recusa a desistir da posse de sua mente. Peregrina investiga os pensamentos de Melanie com o objetivo de descobrir o paradeiro dos remanescentes da resistência humana. Entretanto, Melanie ocupa a mente de sua invasora com visões do homem que ama: Jared, que continua a viver escondido. Incapaz de se separar dos desejos de seu corpo, Peregrina começa a se sentir intensamente atraída por alguém a quem foi submetida por uma espécie de exposição forçada. Quando os acontecimentos fazem de Melanie e Peregrina improváveis aliadas, elas partem em uma busca incerta e perigosa do homem que ambas amam.

 

O livro teve uma boa aceitação dos fãs, mas a espera pela continuação fez com que muitos desanimassem com a leitura. Muitos esperavam que o livro tivesse algo parecido com Crepúsculo e A Hospedeira, nem passa perto, é outro mundo, outra ficção.

A adaptação do livro não agradou muito aos fãs, pois esperavam mais da história, mas a repercussão do filme foi boa.