No derradeiro capítulo da trilogia Never Sky, sucesso da brasileira radicada nos EUA Veronica Rossi, Aria e Perry estão determinados No derradeiro capítulo da trilogia Never Sky, sucesso da brasileira radicada nos EUA Veronica Rossi, Aria e Perry estão determinados a encontrar o Azul Sereno, o último refúgio contra as tempestades de éter, cada vez mais constantes no mundo em que vivem. Mais do que o amor proibido que os mantém ligados, eles precisam unir Forasteiros e Ocupantes se quiserem sobreviver, e salvar a vida daqueles que amam. Sem escolha e determinados a permanecerem juntos, contra todas as probabilidades, os dois protagonistas partem para a mais perigosa de suas aventuras, que não só colocará à prova seu amor, coragem e capacidade de liderança, como também exigirá grandes sacrifícios. Será que eles estão preparados para a jornada A caminho do Azul Sereno?

Joey Harker nunca quis ser um líder, mas o destino o levou a se tornar um. E agora é sua responsabilidade evitar o fim do Entremundos, do Multiverso e tudo mais que existe em A roda da eternidade, a eletrizante conclusão da série Entremundos, imaginada por ninguém menos que Neil Gaiman, e escrita pelo premiado autor Michael Reaves e por sua filha Mallory Reaves. Desde que descobriu ser um Andarilho, capaz de se deslocar entre as dimensões, Joey acreditava ter encontrado seu lugar como um agente do Entremundos (organização responsável por manter a paz nos vários universos e dimensões). Mas sua última missão foi um desastre e colocou todo o universo em risco… Agora, machucado e solitário, ele acorda em um futuro devastado e precisará assumir um papel para o qual não sabe se está preparado. Repleto de ação e aventura, A roda da eternidade fecha com chave de ouro uma série de ficção científica e viagem no tempo capaz de cativar leitores de todas as idades.

À vontade entre lápis e pincéis, o pintor, ilustrador e cartunista Caulos apresenta o último livro da coleção Pintando o Sete, em que mergulha na vida e obra de sete grandes gênios da pintura para levar, com seu próprio traço e suas próprias palavras, um pouco de história da arte para os pequenos. Depois de Matisse, Magritte, Mondrian, Seurat, Giotto e Van Gogh, Caulos conta agora a trajetória do francês Henri Rousseau, que foi funcionário da alfândega em Paris e só depois de se aposentar pôde se dedicar exclusivamente à pintura. Sem nunca ter saído da capital francesa, Rousseau criou retratos e cenários reais e imaginários, sempre com um olhar inventivo sobre o mundo a sua volta. É justamente a essência dessa obra cheia de surpresas e nuances que Caulos extrai para seus leitores, com sensibilidade e perspicácia, através do diálogo entre texto e ilustrações.

Num planeta em guerra, numa galáxia em que quase todos os seres estão conectados por uma energia misteriosa chamada “a corrente” e cada pessoa possui um dom que lhe confere poderes e limitações, Cyra Noavek e Akos Kereseth são dois jovens de origens distintas cujos destinos se cruzam de forma decisiva. Obrigados a lidar com o ódio entre suas nações, seus preconceitos e visões de mundo, eles podem ser a salvação ou a ruína não só um do outro, mas de toda uma galáxia. Primeiro de uma série de fantasia e ficção científica, Crave a marca é aguardado novo livro da autora da série Divergente, Veronica Roth, que terá lançamento simultâneo em mais de 30 países em 17 de janeiro, e surpreenderá não só os fãs da escritora, mas também de clássicos sci-fi como Star Wars.

Um dos mais importantes escritores franceses, Daniel Pennac tem um público considerável no Brasil, especialmente entre professores, por conta dos já clássicos Como um romance e Diário de escola, obras de referência na área de educação e leitura. Mas o autor é também um prolífico ficcionista. E neste Diário de um corpo ele constrói uma ficção singular que flerta com a autobiografia, ao narrar a vida do protagonista a partir de um diário do seu corpo, dos 12 aos 87 anos. Embora tenha atravessado boa parte do século XX e experimentado as novidades do XXI, os aspectos históricos e os estados de alma do personagem pouco interessam aqui; o motor da história é o corpo, com as descobertas e surpresas que ele nos reserva – do desafio de habitar um corpo e criar uma imagem à primeira polução noturna e às limitações do envelhecimento. O resultado é um diário comovente, ora engraçado e amoroso, ora sofrido e ressentido, e uma saudação à magnífica engrenagem sobre a qual montamos nossa existência.

Ponto forte: ficção que flerta com a autobiografia, narrada a partir de um ponto de vista original – o próprio corpo.

Aos 77 anos, ela é ativa nas redes sociais, onde frequentemente expõe suas opiniões sobre temas como feminismo, meio ambiente, política e economia, assuntos presentes também em toda a sua extensa obra literária. Nesta coletânea de contos protagonizados por personagens femininas marcantes que inaugura o novo projeto gráfico para a obra da escritora pela Rocco, assinado pelo ilustrador Laurindo Feliciano, a canadense Margaret Atwood mostra mais uma vez por que é uma das principais vozes da literatura em língua inglesa contemporânea. São dez narrativas em que a fauna humana se apresenta em toda a sua banalidade e excepcionalidade, em que situações inquietantes subitamente desestabilizam o cotidiano de pessoas comuns, iluminando o instante único capaz de moldar uma vida inteira. Manejando com extrema habilidade os sentimentos, desejos, as frustrações e memórias de suas personagens, a escritora conduz o leitor por uma teia de histórias que falam da beleza e do mistério da condição humana.

Ponto forte: ganhadora do Man Booker Prize, entre outros prêmios de prestígio, autora transita entre o literário e o pop com propriedade e é uma voz relevante nas principais discussões da atualidade. Em janeiro, uma de suas obras mais importantes, O conto da Aia, ganha adaptação para TV com a atriz Elizabeth Moss, da série Mad Men.

Imagine Kirk e Spock, da série Jornada nas Estrelas, vivendo um tórrido caso amoroso; ou o amor entre a humana Bella e o vampiro Edward, de Crepúsculo, chegando às últimas consequências físicas e emocionais. Essas histórias não foram escritas por seus criadores, mas estão ao alcance dos leitores por meio das fanfictions: narrativas criadas por fãs a partir de histórias e personagens consagrados. PhD em Literatura Comparada pela Universidade de Princeton, Anne Jamison mostra, neste lançamento do selo de ideias e debates Anfiteatro, as origens da fanfiction, que datam do final do século XIX, com histórias sobre Sherlock Holmes, faz uma análise da evolução desse fenômeno a partir de obras da literatura e da cultura pop, e explica como a fanfiction ampliou os limites da ideia de produção cultural ao romper o paradigma de que as histórias e os personagens são propriedade exclusiva de seus autores.

Atual presidente da Academia Brasileira de Letras, o escritor e professor Domício Proença Filho passeia com a segurança dos grandes mestres por temas como linguagem, comunicação, cultura e literatura neste livro que já nasce predestinado a se tornar referência para professores, pesquisadores e estudantes, além do público leigo interessado em conhecer melhor esse vasto universo. Dividido em dez capítulos e repleto de citações e referências de gramáticos e estudiosos da língua e da literatura, assim como de autores célebres dos mais variados estilos e épocas – de Aristóteles a Fernando Pessoa, de Drummond a Chico Buarque –, o livro desperta no leitor o gosto pela leitura e pela literatura, ajudando-o a ler mais e melhor e a ampliar seu entendimento do mundo.

Bem-sucedido romance de estreia de Emily Gould, Melhores amigas pinta um retrato honesto e bem-humorado da mulher na faixa dos 20 e tantos aos 30 e poucos anos hoje, com suas expectativas e seus questionamentos. Segundo da coleção Geração Ha, o livro acompanha as trajetórias de Bev e Amy, amigas de longa data que chegaram aos 30, mas ainda não encontraram seu rumo na vida, entre escolhas pessoais e profissionais duvidosas. Ao longo da trama, entre sushis, taças de vinho e cigarros ocasionais, elas dividem seus planos e suas incertezas uma com a outra. Mas a amizade é posta à prova quando o plano de Amy de morar com o namorado naufraga, ao mesmo tempo em que Bev engravida de um desconhecido. Juntas, elas terão que descobrir se a amizade é capaz de resistir à força do tempo e às reviravoltas da vida, nesta deliciosa crônica da vida da mulher moderna.

Um detetive ambicioso em busca de uma chance de ascender profissionalmente; um homicídio que envolve adolescentes de um prestigiado internato católico de Dublin; uma investigadora durona com fama de poucos amigos. Ganhadora do prêmio Edgar e sensação do romance policial dos últimos tempos, a irlandesa Tana French junta, em O canto dos segredos, investigação policial, suspense e personagens muito bem construídos para contar uma história apontada como “um triunfo assombroso” pelo The Washington Post. Mais bem-sucedido livro da autora, no ranking do New York Times por semanas, O canto dos segredos tem início quando a adolescente Holly Mackey procura o detetive Stephen Moran com uma pista sobre o assassinato de um jovem nas dependências do tradicional colégio Sta. Kilda, um ano antes. Para solucionar o caso (e alcançar a posição que almeja na Divisão de Homicídios), Moran trava uma luta surda com a difícil Antoinette Conway, inicialmente encarregada do caso, numa trama que perpassa temas como as relações de amizade e poder, os excessos da juventude, vaidade, lealdade e diferenças sociais.

Cinco mulheres e um homem se reúnem para debater as obras de Jane Austen na Califórnia do início dos anos 2000 e acabam descobrindo, entre casamentos frustrados, arranjos sociais e afetivos, que suas vivências não são assim tão diferentes das experimentadas por Emma ou outras personagens da escritora britânica que tão bem descreveu a sociedade de sua época, dois séculos atrás. No livro, que figurou na lista do mais vendidos do The New York Times e deu origem ao filme homônimo estrelado por Kathy Baker e Emily Blunt, a premiada escritora norte-americana Karen Joy Fowler disseca as relações contemporâneas com acuidade, humor e ironia dignos da autora de Orgulho e preconceito e outras obras que continuam fascinando leitores de todas as idades. Uma homenagem a uma das maiores escritoras da língua inglesa e uma deliciosa comédia de costumes dos nossos tempos.

Ponto forte: No ano do bicentenário de sua morte, Jane Austen (1775-1817) continua atraindo leitores de várias idades, especialmente jovens. O livro é uma excelente porta de entrada para a obra de Jane Austen e agrada em cheio também aos já fãs da autora

Em seu primeiro romance desde O sentido de um fim, vencedor do Man Booker Prize, e após o sensível ensaio sobre o luto Altos voos e quedas livres, Julian Barnes resgata e ficcionaliza a trajetória do compositor russo Dmitri Shostakovitch para retomar questões recorrentes em sua obra como a memória e a verdade. A história tem início em 1937, na União Soviética, quando Shostakovich tem certeza de que será preso, exilado na Sibéria, talvez até executado, após escrever um de seus maiores concertos, Lady Macbeth de Mtsensk, que não agradou ao governo. A partir daí, Barnes constrói (ou desconstrói) uma breve biografia de um dos grandes nomes da música do século XX, um personagem complexo e contraditório, com uma narrativa extremamente humana sobre integridade, coragem e poder que celebra, acima de tudo, a liberdade artística. Aclamado pela crítica estrangeira, O ruído do tempo já se destaca como uma das incontestáveis obras-primas de Julian Barnes.

Um verão. Uma menina. Um plano. 65 maneiras de fazer a diferença. Neste livro romântico e cativante, Michele Weber Hurwitz, elogiada autora de livros juvenis, conta a história de Nina Ross, uma menina de 13 anos que, um pouco entediada e solitária durante as férias, resolve dar um gostinho diferente aos seus dias com um plano inusitado: fazer uma boa ação por dia, anonimamente, a alguém de sua vizinhança. A cada um dos 65 dias em que põe seu plano em prática, Nina descobre algo novo sobre seus vizinhos e sua família capaz de surpreendê-la. E aprende que as coisas podem não acontecer sempre do jeito que esperamos, mas podem ser ainda melhores. Como o verão inesquecível em que ela salvou o mundo – ou pelo menos fez uma pequena diferença nele – e as próprias férias.

Após descobrir a existência de um Evangelho escrito por Jesus Cristo e se envolver com a misteriosa Ordem dos Sanguinistas, a arqueóloga Erin Granger tenta retomar sua rotina como professora universitária nos Estados Unidos, até que uma série de acontecimentos estranhos na Califórnia e em Roma fazem com que ela busque mais uma vez a ajuda da obscura organização e do sargento Jordan Stone. Na aguardada continuação de O evangelho de sangue, uma profecia apocalíptica e o surgimento de novos adversários levam Erin e seu grupo numa aventura ininterrupta através de séculos de história ao redor do mundo. Das planícies desertas da Terra Santa até as águas geladas do Oceano ártico, das catacumbas de Roma a uma plataforma de petróleo no mar Mediterrâneo. E finalmente, até os portões do inferno, onde o destino da humanidade será decidido.

Ponto forte: Ciência, mitologia e religião se encontram numa trama de suspense, fantasia e aventura considerada uma mistura de Indiana Jones e O código Da Vinci.

Considerado por muitos estudiosos o primeiro romance moderno, este clássico de Henry Fielding publicado na Inglaterra em 1749 foi traduzido e adaptado para os jovens brasileiros por ninguém menos que Clarice Lispector, e volta às prateleiras em nova edição pela Rocco Jovens Leitores completando a coleção Os Favoritos, da qual fazem parte também O chamado selvagem, de Jack London, Viagens de Gulliver, de Jonathan Swift, A ilha misteriosa, de Julio Verne, O talismã, de Walter Scott, e O retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde. Romance de formação, o livro acompanha as peripécias de um jovem bastardo pelas estradas da Inglaterra no século XVIII, apresentando uma galeria de personagens e situações que captam com vivacidade o espírito da época. Em sua adaptação das mais de 800 páginas da obra original, Clarice Lispector mantém o frescor, o tom picaresco e a ironia que fizeram de Tom Jones um marco da literatura ocidental.

No quarto livro da série Gladiador, que mistura ficção e elementos históricos, Simon Scarrow leva o jovem Marcus Cornelius Primus de volta à Grécia, sua terra natal. Ainda lutando para descobrir o paradeiro da mãe, sequestrada e entregue ao mercado escravo, o rapaz, que se tornou aprendiz de gladiador e guarda um segredo sobre seu verdadeiro pai que pode custar-lhe a vida, terá que ir ao encontro de seu pior inimigo, Decimus, o homem que destruiu sua família. Acompanhado do amigo Festus e do guarda-costas Lupus, Marcus leva consigo uma carta escrita pelo imperador Julius Caeser instruindo todos que cruzarem o caminho do trio a ajudá-los, mas a tarefa não será simples, e Marcus não pode deixar que a sede de vingança atrapalhe seus planos, em mais esta aventura eletrizante ambientada na Roma e na Grécia Antigas.